‘Israel’ matou seus próprios soldados no 7 de outubro

Israeli tanks and military vehicles take position near Israel's border with the Gaza Strip, in southern Israel, October 13, 2023. REUTERS/Violeta Santos Moura

Segundo artigo publicado domingo (7) no jornal israelense Haaretz, durante os acontecimentos de 7 de outubro de 2023, o exército israelense utilizou amplamente a “diretiva Hannibal”, que determina que seus próprios soldados podem ser atacados e mortos para evitar sequestros e vazamento de informações para o lado inimigo.

A Força Aérea Israelense bombardeou pelo menos três bases e posições militares e disparou pesadamente contra a área cercada que separa Gaza de Israel, enquanto combatentes palestinos retornavam a Gaza com os israelenses capturados. O jornal citou um oficial do Comando Sul do exército israelense que disse que a área deveria se tornar uma “zona de morte”.

Horas depois do ataque do Hamas, foi emitida uma ordem para que “nenhum veículo regressasse a Gaza”, o que poderia resultar na morte de civis ou no rapto de soldados israelitas. A diretiva autoriza os militares israelitas a utilizarem quaisquer meios necessários para evitar a captura de soldados israelitas, mesmo que isso signifique matá-los. O relatório do Haaretz baseia-se em documentos e testemunhos de soldados e oficiais.

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